Empório Sagarana II (V.Madalena)

Oi João. Desculpa a demora danada, mas vou retomar aquela prosa que começamos tempos atrás lá no www.lugarzinho.com/emporio-sagarana-vila-romana/, de modo que é já já que a gente vai se pegar a saudadear.

 

0 Porta 1

 

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Mercado Municipal de São Paulo

O Mercadão é o paraíso da gastronomia. Qualquer cozinheiro, comilão ou degustador amador que se preze fica completamente alucinado quando passeia entre os corredores do mais pitoresco e encantador entreposto do país. São ao todo 272 estandes, onde nos deparamos com uma inacreditável diversidade de frutas, verduras, legumes, vinhos, queijos, chocolates, carnes, peixes, frutos do mar, aves, embutidos, temperos e condimentos.

 

Mercadão geral 2

 

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A Queijaria (Vila Madalena)

Foi tudo culpa do seu Zé Mário. Ou quase tudo.

A história d’A Queijaria, fromagerie que vem encantando aos brasileiros de todos os cantos e também a franceses, estadunidenses, gregos, troianos e afins com sua ampla e vistosa vitrine em uma pequena casa de esquina na Vila Madalena, inaugurada em abril de 2013, começou anos antes, precisamente em 2008, com um paulistano ajudando um mineiro bom na arte de fazer queijo Canastra a cobrar pelo seu produto.

Queijo 04

 

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Fazenda Nata da Serra (Serra Negra)

Quando se fala em alimentos orgânicos, o comum é pensar em alimentos livres de agrotóxicos e talvez mais caros do que os industrializados ou daqueles produzidos de maneira convencional, sejam frutas, verduras, legumes ou laticínios.

Essa impressão, no entanto, não corresponde à realidade sobre a tecnologia de produção e oferta dessa linha de produtos: se trouxermos à baila as informações corretas tanto sobre o modelo convencional quanto sobre o ecológico (ou orgânico), entenderemos os conceitos que justificam os custos e que, portanto, nos auxiliam a decidir por um ou por outro nos momentos de compra.

 

Nata - aére

 

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Empório Sta Adelaide (V.Beatriz)

Ela acorda cedo todos os dias para trabalhar. Tipicamente paulistana, tenta distribuir seu tempo longe do serviço e do trânsito para poder curtir as coisas boas da vida. Ganha o suficiente para se permitir pequenos luxos: uns vinhos para tomar vendo a paisagem e pensando na vida, uns queijos para comer com os amigos, um lanche diferente com as crianças no final da tarde, um café da manhã especial com a família nos finais de semana. Para sua sorte, ela mora perto do Empório Santa Adelaide.

  


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Viva Vinhos (Santos)

Diz-se que o vinho é o melhor lugar do mundo para se encontrar com os amigos. Isso deve ser uma verdade histórica, pois nos escritos da humanidade não parece haver registro de uma grande festa sem vinho e até mesmo Cristo deu um jeito de fazê-lo da água para que as bodas de Caná prosseguissem devidamente animadas.

O vinho não sai de moda, principalmente porque todo ano tem aquele friozinho e também por causa dos casais, para quem alguns goles do rubro líquido costumam produzir efeitos semelhantes aos das noites de lua cheia.

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Empório Sagarana I (Vila Romana)

O site da casa descreve com perfeição: “Sagarana é uma pausa. Uma passagem no tempo-espaço. Um portal. Desprenda-se da miríade de compromissos que São Paulo te impõe. Sagarana tem seu próprio tempo e você vai se sentir bem nele. Desencane do medo e do stress da cidade grande. No Sagarana todo mundo é amigo, companheiro, colega, parceiro. Sagarana é um pequeno, quase secreto endereço em São Paulo. Uma esquina sem tempo nem espaço, onde as pessoas podem exercitar o prazer de ser gente de novo”.

Veja bem, meu caro João Guimarães Rosa, e perdoe-me o pastiche: você zarpou dessa sagarana há mais de 40 anos e portanto, seja lá onde você anda, não faz a menor idéia do que seja um site e isso nunca lhe fez a menor falta. “As coisas mudam no devagar depressa dos tempos”, mesmo. Mas o que interessa é que desse tal empório você ia gostar e muito porque, ele sim, estava fazendo uma falta que só.

O danado fica num lugar que para encontrar tem que sair buscando. Ele abre no comecinho da noite, num trecho escuro e quieto da Vila Romana, e a gente passa e vê num relance tão ligeiro, que só depois vê que tinha visto. Vê uma luzinha amarelada e convidativa saindo de uma pequena casinha de esquina e tem a sensação embolada de que aquilo não era para estar ali, mas na paisagem das fazendas e dos vaqueiros das Gerais.

 

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Fernando Salem

São muitos os times de futebol com nome de santo. O meu, involuntariamente, homenageia todos eles e a sua cidade natal: o Santos. Também há muitos botecos com nome de santo, onde, como reza a lenda, a gente oferece o primeiro trago de cachaça ao nosso protetor.

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Mas há um boteco na Vila Madalena, em São Paulo, que tem nome de santo e de time, a um só tempo: é o São Cristóvão! O alvinegro carioca só ganhou um título na primeira divisão do seu estado: foi em 1926, ano que o meu pai (criado em Santos) nasceu.

Fernando

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Bar Léo (Centro)

Algumas coisas são de suma importância para o desenvolvimento do país e merecem a atenção e a dedicação de todos na sua fiscalização. Não me refiro aqui a questões banais, como o aumento dos impostos, a falta de segurança, a ausência de hospitais ou o sucateamento das escolas públicas, mas sim a algo mais relevante: o colarinho do chopp.
A coisa toda é tão séria que, após um bar de Blumenau ser multado pelo Inmetro por vender o produto no copo com 60% de líquido e 40% de espuma, o assunto foi parar na pauta do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que decidiu que “o colarinho do chopp deve ser considerado parte integrante do produto”.
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Heinz (Santos)

O simples fato de uma bar existir há mais de 50 anos em uma cidade onde a maioria de seus concorrentes abrem e fecham ininterruptamente numa velocidade impressionante deve ter algum significado. E o significado é óbvio: o Heinz é o melhor bar de Santos. Ponto.

Esse tipo de declaração costuma causar polêmica, afinal, todos têm suas predileções, a cidade é grande, tem dezenas de bons bares e restaurantes e cada casa tem sua especialidade. Mas neste caso, não há o que contestar. O Heinz é especial.
Heinz 3