Mercado Municipal de São Paulo

O Mercadão é o paraíso da gastronomia. Qualquer cozinheiro, comilão ou degustador amador que se preze fica completamente alucinado quando passeia entre os corredores do mais pitoresco e encantador entreposto do país. São ao todo 272 estandes, onde nos deparamos com uma inacreditável diversidade de frutas, verduras, legumes, vinhos, queijos, chocolates, carnes, peixes, frutos do mar, aves, embutidos, temperos e condimentos.

 

Mercadão geral 2

 

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Joinha (Tatuapé)

Nada é tão divertido quanto buscar o inesperado. Quer dizer, a gente não busca, mas dá chances para que ele apareça quando saímos por aí observando o mundo, sem grandes pretensões, procurando apenas por um dia diferente, sem planos, buscando surpresas.

Foi assim que nos deparamos com o Joinha, o mais inesperado e surpreendente botequim onde aportamos nos últimos tempos.

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Bar do Toninho (Santos)

De vez em quando dá saudade de Santos. E quando tento matá-la, as primeiras coisas que me vêm à cabeça são a praia, claro, o calor, que só agora voltou para Sampa e, curiosamente, o Bar do Toninho. 

E normalmente vem tudo junto, pois uma das coisas que mais gostava de fazer quando morávamos lá era ir à praia e ficar nela até a hora que a fome deixasse e depois parar para comer no Toninho. Então…

“Ainda bem que eu trouxe até meu guarda-sol. Tenho toda a tarde, tenho a vida inteira…” A música não sai da cabeça. Como não tenho pressa e a fome ainda não é tanta, dá tempo de passar em casa para tomar um banho e aí sim, ir para o bar pronto para passar algumas horas ali, já relaxado, de bermuda e chinelo, tomando cerveja, devorando bolinhos e pastéis, vendo o tranqüilo agito do bairro do Embaré e encontrando os conhecidos que passam o tempo todo para lá e para cá.

 

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Garimpos do Interior (V.Romana)

– Tô cansado de tanta frescura. Não tem onde comer nessa cidade!

– Tá doido, Dito? Essa é a cidade com mais opções de restaurante no Brasil. Se bobear até no mundo. Todo mundo só fala disso. Parece que é por isso que esse povo todo mora aqui…

– Mas não tem comida! O que tem são uns rococózinhos metidos a comida. É um tal de cozinheiro metido a artista transformando a comida numa esculturinha enfeitada com um molho disso, uma pitada daquilo, “toques” de nunseiquê, gotas de nunseiquelá. É lindo de ver, bacana de falar, mas não é pra comer.    

 

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Nosso Bar (Centro – Campinas)

Esta matéria foi feita a duas mãos com o grande amigo Erick, que conhece como poucos os lugarzinhos mais interessantes e escondidos de Campinas. Era para ter sido feita a quatro mãos, mas as outras duas precisavam segurar os copos.

Isso porque o Nosso Bar, boteco que ocupa apenas um pequeno box dentro do Mercado Campineiro, é uma pequena “Meca” do público cervejeiro.

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Daniela Escobar

Oi pessoal do Lugarzinho,

Moro no Rio e sempre que vou a São Paulo fico na região da Vila Nova Conceição. Gosto muito do restaurante Josephine, ali perto, que além de uma comida deliciosa tem um ambiente muito agradável e aconchegante, e do Capim Santo, um restaurante bem brasileiro, nos Jardins.

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Pastel da Maria (Pinheiros)

Olha o pastel! Quem vai querer? Carne, queijo, pizza, calabresa, frango, bauru, quatro queijos, palmito, escarola e camarão! Olha o pastel!

Não, esse chamado tão típico das feiras livres nunca aconteceu. Não na barraca do pastel. Ela é a única barraca de qualquer uma das 900 feiras semanais da cidade que não precisa anunciar seu produto. Todo mundo o conhece. Todo mundo gosta.

Pastel 3

Praça Benedito Calixto (Pinheiros)

“A praça é do povo como o céu é do condor. É o antro onde a liberdade cria águas em seu calor”, disse o poeta Castro Alves.

Benedito 5

São Paulo é uma cidade de feirinhas de arte. Fora as feiras anuais, como a da Pompéia, do Brooklin ou da Vila Madalena, há feiras semanais famosas, como a do MASP, a da Praça da República, a do Bixiga ou a da Liberdade. Mas talvez nenhuma delas exemplifique tão bem os versos do “Poeta dos Escravos” quanto a feira da praça Benedito Calixto, em Pinheiros.

Botequim do Hugo (Itaim Bibi)

São Paulo é um imenso coração, dentro do qual pulsam milhões e milhões de pequenos corações, cada um deles com uma história incrível a ser contada. Uma delas começa assim:

Início do século XX. A região onde hoje se encontra o bairro do Itaim é uma grande várzea dividida em chácaras pertencentes aos herdeiros do general Leopoldo Couto de Magalhães – entre eles seu filho homônimo apelidado de “Bibi”, devido ao hábito de usar bonés de bico.

Hugo 3