Café Alquimia (Vila Clementino)

Sônia Presta é uma alquimista. Não, não do tipo que transforma metais em ouro, mas do tipo que consegue tornar mais leve a vida de todos ao seu redor.

E seu Café Alquimia é um bom exemplo disso.

 

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Encanto Natural (Chácara Santo Antônio)

Que São Paulo é uma cidade cada vez mais verticalizada, todo mundo sabe. Menos simples é entender como um bairro que há quase três décadas aglutina um sem número de empresas de tecnologia, bancos, prestadores de serviços e universidades é capaz de abrigar um espaço tão cheio de vida e tão diferente de tudo o que possa parecer só mais uma loja, mais uma livraria ou mais um café: o Encanto Natural, que é tudo isso além de um local que privilegia cultura, gastronomia, arte e lazer.

 

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Doce de Laura (Vila Madalena)

Uma pequena varanda na entrada e, ao respirar, aquela mistura gostosa de cheirinho de bolo saindo do forno e café passando pelo coador.

 

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Parece cena de um sábado ao cair da tarde, em mais uma visita à casa da vovó Pepa, mas na verdade era uma terça-feira e quem nos esperava era Laura Estima, a criativa chef do encantador Doce de Laura, na Vila Madalena. Em uma mesa larga ela finalizava a montagem de duas tortas que haviam sido encomendadas, na parte da loja em que os clientes não podem ter acesso, mas conseguem ver o que acontece atrás das portas vai-e-vem.

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Bendito Quindim (Tatuapé)

Abençoar alguma coisa ou alguém é fazer com que seja celebrada, próspera, bendita. Na vida de Cátia Farias Fantone e de sua família, um doce feito com esmero tem tornado os seus dias mais venturosos: trata-se do quindim, ou melhor, o Bendito Quindim.

 

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Recanto das Tartarugas (Guarujá)

A única coisa chata de morar em São Paulo é essa saudade danada do mar. O resto a gente aguenta e mesmo com toda correria, toda fobia e toda “pirataria”, a gente vai levando.

Mas a saudade do mar é que mata. Por isso, de vez em quando e sempre que possível, é preciso descer a serra, dar um mergulho numa praia qualquer e depois ficar horas olhando para o mar, vendo o sol refletido nas águas e assistir pacientemente as ondas se quebrarem na praia. É uma questão de recarregar as energias. Terapêutico, sei lá.

 

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Empório Sta Adelaide (V.Beatriz)

Ela acorda cedo todos os dias para trabalhar. Tipicamente paulistana, tenta distribuir seu tempo longe do serviço e do trânsito para poder curtir as coisas boas da vida. Ganha o suficiente para se permitir pequenos luxos: uns vinhos para tomar vendo a paisagem e pensando na vida, uns queijos para comer com os amigos, um lanche diferente com as crianças no final da tarde, um café da manhã especial com a família nos finais de semana. Para sua sorte, ela mora perto do Empório Santa Adelaide.

  


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Garimpos do Interior (V.Romana)

– Tô cansado de tanta frescura. Não tem onde comer nessa cidade!

– Tá doido, Dito? Essa é a cidade com mais opções de restaurante no Brasil. Se bobear até no mundo. Todo mundo só fala disso. Parece que é por isso que esse povo todo mora aqui…

– Mas não tem comida! O que tem são uns rococózinhos metidos a comida. É um tal de cozinheiro metido a artista transformando a comida numa esculturinha enfeitada com um molho disso, uma pitada daquilo, “toques” de nunseiquê, gotas de nunseiquelá. É lindo de ver, bacana de falar, mas não é pra comer.    

 

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Flores na Varanda (Vila Romana)

“Há um vilarejo ali, onde areja um vento bom na varanda, quem descansa vê o horizonte deitar no chão… Pra acalmar o coração, lá o mundo tem razão”…

É provável que Marisa Monte esteja falando de um lugar fictício, onde todos são bem-vindos e compartilham as alegrias. Mas poderia muito bem estar falando deste aconchegante lugarzinho na região da Lapa.

 

 

O Flores na Varanda nasceu em 2009 da junção das idéias de Maria Inês Costa – que queria montar uma floricultura – e Deborah Panachão – que sonhava com um espaço cultural onde houvesse um pouco de música, um pouco de literatura, um pouco de arte e muita descontração.

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Rong He (Liberdade)

Yang é um artista. Um artista como os melhores dos circos que vemos por aí, que misturam talentos de malabarismo com ilusionismo para encantar seu público. A diferença é que ele usa seu talento diariamente com um objetivo bem específico: fazer macarrão.  

 

 

Yang é chef de cozinha no Rong He, clássico restaurante chinês na liberdade. Tímido e desconfiado, ele prepara manualmente o macarrão em frente a uma vitrine onde o público incrédulo assiste ao seu show. Ele não usa qualquer aparelho para nada. Somente com as mãos, mistura os ingredientes e embala num ritmo maluco onde gira a massa, amassa, enrola, estica, torce, enrola, puxa novamente e vai transformando o bolo em um monte de longos fios separados, finos e com mais de um metro de comprimento, que vão direto para a panela.

 

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Bar do Betinho (Vila Madalena)

Adoro feijoada. A mistura que nasceu nas senzalas, do feijão preto com arroz branco, das carnes menos nobres do porco, da farofa com couve e o indispensável molho de pimenta se tornou o mais brasileiro dos pratos e, provavelmente, o mais amado e aguardado durante a semana por todos nós.

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