Teatro da Garagem (Vila Romana)

Se existe alguma coisa que se tem com facilidade na infância é a capacidade de inventar: amiguinhos imaginários, sempre úteis, tenha-se ou não um parceiro real para as aventuras; histórias fantásticas para impressionar os adultos; brinquedos geniais, mas que não dá para mostrar porque estão sempre guardados. Bem guardados na imaginação.

 

Anette 2

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Fernanda Torres

Olá!

É difícil escolher um lugar especial em uma cidade como São Paulo, mas como acho que meu lugar no mundo é o palco, vou me ater a eles. Estreei no palco aos 13 anos, mas, como filha de atores, sinto que nasci ali e desde pequena aprendi a amar os detalhes dos teatros que conheço.

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Laert Sarrumor

Bem, vamos lá…

Nasci “acidentalmente” em Mogi das Cruzes, onde nunca morei, e já residi em várias cidades como Sorocaba, Rio de Janeiro, Santos e, atualmente, em São Vicente, desde outubro do ano passado. Mas a maior parte da minha vida passei em São Paulo, capital, onde estudei no Colégio Arquidiocesano e na Faculdade Cásper Líbero, onde nasceu minha filha Ligia e, claro, onde surgiu o Língua de Trapo, uma banda absurdamente paulistana.

 

Laert 1

 

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Jardim Cultural (Taubaté)

“Pois eu tenho uma ideia muito boa, disse Emília: Fazer o livro comestível. Em vez de impressos em papel de madeira, que só é comestível para o caruncho, eu farei os livros impressos em um papel fabricado de trigo e muito bem temperado. (…) O leitor vai lendo o livro e comendo as folhas; lê uma, rasga-a e come. Quando chega ao fim da leitura, está almoçado ou jantado.” (do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato)

 

Praça dia 1

 

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Noites na Taverna (Perdizes)

“Pois bem, dir-vos-ei uma história. Mas quanto a essa, podeis tremer a gosto, podeis suar a frio da fronte grossas bagas de terror. Não é um conto, é uma lembrança do passado”…

 

Taverna 01

 

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Dublin (Vila Olímpia)

Os dublinenses é que são felizes. Se, há um século atrás, o escritor James Joyce já se questionava se seria possível atravessar a capital irlandesa sem passar em frente a um pub, imagine hoje! E imagine então em março, com o dia de St. Patrick, o padroeiro da Irlanda!

 

Dublin 07

 

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Café da Pinacoteca (Luz)

A visão daquele grupo de mesinhas com guarda-sóis verdes ao lado do belíssimo prédio da Pinacoteca é mais do que convidativa. A imagem lembra os cafés de Paris, de Viena, de Buenos Aires ou, ainda melhor, da São Paulo de décadas passadas, que só existe hoje nos retratos em preto e branco.

 

 

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Veríssimo (Brooklin)

Pouca gente no mundo entende tanto de literatura quanto de comida, de jazz e de lugarzinhos especiais quanto o escritor Luís Fernando Veríssimo. Provavelmente ninguém. Nada mais justo, portanto, que ele seja tema dessa primeira matéria “casada” do Lugarzinho com o Cafeína Literária, estimulante blog da Cristine Tellier, que não por acaso assina o texto sobre “As Comédias da Vida Privada” e deixa sua leitura mais completa, divertida e saborosa.

 

 

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Flores na Varanda (Vila Romana)

“Há um vilarejo ali, onde areja um vento bom na varanda, quem descansa vê o horizonte deitar no chão… Pra acalmar o coração, lá o mundo tem razão”…

É provável que Marisa Monte esteja falando de um lugar fictício, onde todos são bem-vindos e compartilham as alegrias. Mas poderia muito bem estar falando deste aconchegante lugarzinho na região da Lapa.

 

 

O Flores na Varanda nasceu em 2009 da junção das idéias de Maria Inês Costa – que queria montar uma floricultura – e Deborah Panachão – que sonhava com um espaço cultural onde houvesse um pouco de música, um pouco de literatura, um pouco de arte e muita descontração.

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Vanessa Gerbelli

Olá, queridos!

São Paulo é meu amor e meu bercinho. Moro na cidade maravilhosa há muitos anos, mas definitivamente tenho a alma paulistana. Adoro quando chego a Congonhas, pego um táxi e ouço no rádio a voz dos locutores paulistas, com os mesmos “esses” e “erres” “explicadinhos” que eu pronuncio. Sinto uma ternura imensa e a certeza de que estou chegando em casa.

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