Boteco do Vinho (Campos do Jordão)

Os bares e restaurantes de Campos do Jordão podem ser divididos em duas categorias: os que vivem lotados de turistas e os que pouca gente conhece. Quase sempre, estes são muito melhores.


01 deck

 

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Jardim Cultural (Taubaté)

“Pois eu tenho uma ideia muito boa, disse Emília: Fazer o livro comestível. Em vez de impressos em papel de madeira, que só é comestível para o caruncho, eu farei os livros impressos em um papel fabricado de trigo e muito bem temperado. (…) O leitor vai lendo o livro e comendo as folhas; lê uma, rasga-a e come. Quando chega ao fim da leitura, está almoçado ou jantado.” (do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato)

 

Praça dia 1

 

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Deck (Santa Branca)

Uma coisa bacana de viajar pelo interior do estado é que a gente descobre lugarzinhos que só podem existir em determinadas cidades, cada qual com um estilo bem característico, aproveitando o que as regiões oferecem de melhor.

Um desses lugares é o Deck, que já foi conhecido como Deck Beira-Rio, e que fica em Santa Branca, num cenário inacreditável à margem do rio Paraíba do Sul, que passa por ali intensamente verde, limpo e repleto de peixes.

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Fazenda do Chocolate (Itu/SP)

O que menos tem na Fazenda do Chocolate é chocolate. Mas tem, e é bom, feito conforme as receitas de dona Regina Célia, com cacau selecionado e ingredientes para lá de especiais. Mas como quem só quer chocolate é o Tim Maia, para mim o melhor de tudo é que para chegar até ele você precisa conhecer as diversas outras atrações de um lugarzinho muito, muito diferente.

A Fazenda do Chocolate é, na verdade, a Fazenda da Serra, importante marco do período colonial brasileiro. Fundada há mais de 300 anos pelos bandeirantes à margem do rio Tietê, ela ainda preserva seu patrimônio arquitetônico, que registra importantes ciclos da história do Brasil. E guarda isso em um lugar bucólico (como diria Pierina) e agradável, perfeito para passar algumas horas longe do stress da cidade grande.

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Cunha – Viagem & Turismo

Hoje posto uma cópia da matéria que fiz para a edição de julho/2011 da revista Viagem & Turismo, que chegou esta semana às bancas. É uma reportagem sobre Cunha com textos bem curto – ao contrário do que o blog costuma apresentar – para caber nas páginas. A parte se serviços, que teve que ser cortada na edição, está concluída aqui. Segue a matéria:

PRESSA ALGUMA
Rústica e serrana, Cunha tem natureza de sobra, gostinho de comida caseira e ritmo de Fusca na subida
Por Pedro Schiavon

Pé na Roça (Piranguçú / MG)

De vez em quando não dá vontade de pegar uma estrada qualquer, sem conhecer direito o caminho ou onde ele vai parar? Não precisa ter um motivo específico. É uma coisa meio “easy rider”, com a idéia única de seguir em frente, o mais longe possível. Às vezes é para esquecer da vida, em outras é para curti-la. E quase sempre você acaba em um lugar estranho, diferente, novo.

Pé 1
Foi numa dessas que fui parar em Piranguçu, no sul de Minas. O motivo era visitar a Gabriela e sua troupe – João Pedro, Antonia, Dora e Miguel (o Felipe nem existia) – que, por alguma razão, tinham ido passar uma temporada por aquelas bandas.

Bar do Rosário (Bragança Paulista)

Antigamente eu gostava das quermesses. Era divertido, barato e tinha coisas que não se encontrava por aí no resto do ano. Hoje, com exceção das festas de roça, elas passariam por mim totalmente despercebidas, não fosse o cheiro da lingüiça…

Mas se é para falar de lingüiça, falemos da qualidade e da tradição do boteco mais famoso da tárr da capitárr da lingüiça: o Bar do Rosário, em Bragança Paulista.

Bar do Rosário 1

Antigo Caminho do Ouro (Cunha)

No livro “O Alquimista”, Paulo Coelho conta a saga do jovem pastor Santiago que, após ter um sonho repetido várias vezes, decide partir em uma longa viagem pelo mundo em busca de um tesouro escondido. Ao contrário dele, Gentil Benedito Sampaio, personagem central desta narrativa, sempre soube muito bem onde seu “ouro” estava guardado.

Antigo Caminho do Ouro 1
Essa história começa nos tempos do Brasil Colônia, quando o então Caminho dos Guaianás passou a ser utilizado pelos portugueses para transportar o ouro de Minas Gerais até o porto de Parati para então enviá-lo a Portugal. Este caminho foi batizado de Estrada Real, mas ficou conhecido mesmo como o “Caminho do Ouro”. O último posto alfandegário deste caminho foi instalado na Fazenda da Barreira, onde hoje encontramos o restaurante Antigo Caminho do Ouro.

Cervejaria Wolkenburg (Cunha)

Caros amigos – cervejeiros ou não: antes de começarem a ler este texto sobre a menor cervejaria do Brasil, certifiquem-se de que há uma geladeira por perto, que há cerveja dentro dela e que não seja qualquer uma (questão de respeito). Vocês vão precisar.

Lenz (Campos do Jordão)

Campos do Jordão é uma das cidades mais bonitas do Brasil. As belas construções em estilo suíço, os plátanos que atravessam a cidade, as altas montanhas que a cercam, o clima gelado e seco e até mesmo o luxo das grifes e carros importados de seus turistas fazem com que, realmente, você se sinta na Europa.

Só que, por se tratar do principal pólo turístico de inverno do estado, ela segue recebendo cada vez mais visitantes, o que torna, principalmente nos feriados, o passeio pelo seu “centrinho” uma grande disputa por espaço, seja nos charmosos bares, restaurantes e chocolates, nos estacionamentos ou mesmo no meio da rua.
Lenz 1